Em pleno século XXI, nos deparamos com a “era digital”, ou seja, o poder dos dígitos, que trata de toda informação-som, imagem, textos e programas informáticos, com bites de 0 a 1.Com a digitalização podemos nos comunicar com rapidez, podemos ultrapassar oceanos e enxergar o mundo todo através da janela do nosso computador, tendo na multimídia seu suporte e na hipermídia sua linguagem, com apenas um clique do mouse, nasce aí um leitor imersivo, distinto dos anteriores.
Podemos nos transportar ao tempo desde os escritos no papiro, os tinteiros e não muito distante as cartas, isso mesmo as cartas que levavam milhões de palavras apaixonadas, e que os enamorados ficavam esperando no portão o carteiro chegar. E agora o que vemos são e-mail, e orkut’s que com um simples toque no mouse abre milhões de imagens e textos.
Quando você queria ler um livro, ou uma pesquisa de aula, passava horas em uma biblioteca, folheando páginas, agora, você desce a barra de rolagem e o texto passa na sua frente, com índice, e o recorte de texto.
Não sou contra a tecnologia e seus avanços, mas sou a favor de métodos antigos, de crianças lendo gibi, ao invés de jogos eletrônicos, que os tornam mais distante da realidade, mas concentrados. Talvez, ajudem na digitação na motrocidade, mas também pode prejudicar a visão, a interação escolar.
Mas direcionando nossas reflexões para o texto: e o leitor imersivo, aquele que fica na frente da tela do computador, o que acontece com ele? Esse leitor é levado a organizar suas leituras, que não é a mesma do livro impresso, mas uma leitura que esbarra em signos físicos, um leitor conectado, que precisa saber manusear programas, ter noção de internet e saber digitação, esse leitor não vai se deparar na tela somente com textos, mas com imagens e vídeos, e com bibliotecas virtuais que se tornam reais a cada clique do mouse. Tem que se atualizar, a era da digitação está aí.
“Por entre fotos e nomes, os olhos cheios de cores... em dentes, pernas bandeiras” (Caetano Veloso).
Esse leitor vai se libertar de recursos didáticos, como o lápis a caneta, o caderno o livro impresso, vai sair do físico para o virtual, vai imergir no ciberespaço, e fazer parte de uma cultura virtual, a cibercultura.
Podemos nos transportar ao tempo desde os escritos no papiro, os tinteiros e não muito distante as cartas, isso mesmo as cartas que levavam milhões de palavras apaixonadas, e que os enamorados ficavam esperando no portão o carteiro chegar. E agora o que vemos são e-mail, e orkut’s que com um simples toque no mouse abre milhões de imagens e textos.
Quando você queria ler um livro, ou uma pesquisa de aula, passava horas em uma biblioteca, folheando páginas, agora, você desce a barra de rolagem e o texto passa na sua frente, com índice, e o recorte de texto.
Não sou contra a tecnologia e seus avanços, mas sou a favor de métodos antigos, de crianças lendo gibi, ao invés de jogos eletrônicos, que os tornam mais distante da realidade, mas concentrados. Talvez, ajudem na digitação na motrocidade, mas também pode prejudicar a visão, a interação escolar.
Mas direcionando nossas reflexões para o texto: e o leitor imersivo, aquele que fica na frente da tela do computador, o que acontece com ele? Esse leitor é levado a organizar suas leituras, que não é a mesma do livro impresso, mas uma leitura que esbarra em signos físicos, um leitor conectado, que precisa saber manusear programas, ter noção de internet e saber digitação, esse leitor não vai se deparar na tela somente com textos, mas com imagens e vídeos, e com bibliotecas virtuais que se tornam reais a cada clique do mouse. Tem que se atualizar, a era da digitação está aí.
“Por entre fotos e nomes, os olhos cheios de cores... em dentes, pernas bandeiras” (Caetano Veloso).
Esse leitor vai se libertar de recursos didáticos, como o lápis a caneta, o caderno o livro impresso, vai sair do físico para o virtual, vai imergir no ciberespaço, e fazer parte de uma cultura virtual, a cibercultura.

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