O SHOW DE TRUMAN – O SHOW DA VIDA
Lourdes Eufrásia Torres da Silva
O filme tem como tema a comunicação extrema da realidade da vida, ou seja, o Reality show, onde vemos Truman vivendo uma farsa, pois ele deliberadamente participa de um show sem saber, pois foi manipulado pela televisão desde o útero da sua mãe até aos 30 anos de idade.
Um jovem rapaz que vive uma vida pacata conformado com a vida que vive, mas depois que se apaixona por outra mulher e sente uma enorme necessidade de viver outra vida as coisas mudam. Truman corre atrás do seu sonho de conhecer outros lugares e sempre é impedido.
Casado supostamente com Meryl, que faz parte do filme, que está sempre manipulando a vida de Truman, fazendo que ele se sinta vivendo verdadeiramente em família. O diretor do filme Christof manipula toda a cena, fazendo que o cenário mude a cada horário do dia, pois o sol o céu e tudo são artificiais, até a chuva que cai é artificial.
Truman começa a perceber a farsa quando sente a liberdade de viajar de conhecer um mundo novo e se ver preso, com coincidências que acontecem sempre que ele tenta sair da Ilha de Seaheven.
Podemos verificar no filme a grande quantidade de patrocinadores dentro do próprio programa, pois como não há intervalos os produtos são explorados dentro do próprio filme; podemos constatar na hora que Melry oferece a Truman chocolate, como estivesse fazendo um comercial ao público e nessa hora ele percebe a intenção da mulher e tenta pressioná-la a dizer a verdade.
Não podemos comparar o show de Truman com o BBB, porque as pessoas do BBB se inscrevem e sabem que estão sendo filmados, mas no caso do show de Truman é diferente, sua vida foi invadido, ele é apenas um ator num cenário cheios de câmeras e holofotes vivendo como se fosse realidade. Ele venceu, pois foi atrás de seu sonho e saiu da redoma que o colocaram.
Ele foi protagonista de um diretor impiedoso e de um público que contribui com a encenação, apesar de alguns quererem avisá-lo, outros se deleitaram com o filme. Esse alguém pode ser nós mesmos, pois muitas vezes passamos 24 horas por dia na frente da televisão para ver o final de uma cena do BBB.
Portanto a mídia controla, basta o público querer e aplaudir o que está sendo exibido, contribuindo e comprando os produtos dos patrocinadores.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
ASSISTINDO NOVELAS
Lourdes Eufrásia Torres da Silva
Quem não gosta no final de um dia cansativo - principalmente as mulheres sentarem-se em frente à televisão e assistir sua novela preferida? Com seus galãs e os mocinhos que lhes deixam encantadas, que lhes fazem sonhar, e tiram da realidade, e por algumas horas viver na ficção.
Assistindo a novela da Rede Globo “Caras e Bocas”, pude perceber um enredo muito engraçado, pois ela é mais humorística, abordando um tema de comédia romântica de Dafne e Gabriel e aborda também o problema da personagem Anita com deficiência visual; assisti também o tema de traição conjugal, que fica nas entrelinhas se Damião é traído ou não pela sua esposa, que tem Antenor como seu irmão, mas que deixa o público na dúvida e curiosidade em saber se é ou não irmão dela.
A novela é livre para todas as idades.
Ela trata de assuntos culturais, pois as personagens principais trabalham com arte, principalmente a pintura, e o que há de mais berrante que o principal artista de uma exposição é um chimpanzé (Chico), é aí que falta a ética da personagem de Denis, pai do espeto, que vendem seus quadros como se fosse ele o pintor. Na novela há muitos valores religiosos, principalmente a religião católica, pois já aconteceram vários casamentos e sempre na mesma igreja católica e sempre com o mesmo padre. Há também racismo, por parte da família da personagem Laís que namora o Caco, que estão sempre querendo colocar o rapaz em maus lençóis, por ele ser de etnia africana a família acredita que ele é também ignorante e sem instrução. A novela também aborda o homossexualismo, só que de modo muito humorístico e sem exagero, pois o Cássio agora é HOMEM (será?).
As personagens têm características de pessoas urbanas; somente os que são da classe média se vestem com exuberância e mais glamour, como as personagens: Dafne, Judite, Simone e Tatiana (judia). Já a de classe baixa (pobre) e como trabalham em um bar se vestem humildemente de avental e pano na cabeça. O linguajar deles se destaca mais na família de Damião, pois são nordestinos, e há até um chavão dito por ele “Misericórdia”!
Como todo programa de televisão há o patrocinador e sempre nos intervalos há propaganda das lojas Marisa, e dentro da própria novela há propaganda de uma loja de investimentos financeiros. Os patrocinadores como forma de mostrar seus produtos estão encaixados sob medida no horário, pois quem não está endividado hoje em dia? Quem não precisa de uma saída para suas dívidas? E como o maior público da novela é de mulheres e adolescentes o comercial das lojas Marisa vai bem, isto é para quem tem. Quem não tem corre para as lojas FINIVEST (TUDO MUITO BEM BOLADO HEIM?)
Fazendo uma análise da novela, vejo como uma fonte de apelação de amores desencontrados, de famílias desestruturadas.
Vejo a novela como uma grande poluição audiovisual, pois uma personagem se veste de freira e apela várias vezes por misericórdia, um macaco que é melhor que um ser humano e vejo o retrato de um Brasil que se coloca a frente da televisão para se divertir e não saber o que está assistindo, só sabe que no outro dia vai saber discutir com a vizinha o capítulo terminado e como será o próximo.
Eu mudaria na novela o chimpanzé por um homem sem instrução, mas dotado de grandes dons artísticos e abordaria a deficiência Visual da Anita de outra forma, pois o enfoque no momento é somente o namoro, daria mais importância à vida profissional dela.
Como não sou autora e sim estudante de Artes Visuais, vou assistindo telenovelas, mas depois desse trabalho com um novo olhar: um olhar mais crítico do que estou assistindo e sabendo peneirar o que vai servir para meu crescimento intelectual e moral.
Lourdes Eufrásia Torres da Silva
Quem não gosta no final de um dia cansativo - principalmente as mulheres sentarem-se em frente à televisão e assistir sua novela preferida? Com seus galãs e os mocinhos que lhes deixam encantadas, que lhes fazem sonhar, e tiram da realidade, e por algumas horas viver na ficção.
Assistindo a novela da Rede Globo “Caras e Bocas”, pude perceber um enredo muito engraçado, pois ela é mais humorística, abordando um tema de comédia romântica de Dafne e Gabriel e aborda também o problema da personagem Anita com deficiência visual; assisti também o tema de traição conjugal, que fica nas entrelinhas se Damião é traído ou não pela sua esposa, que tem Antenor como seu irmão, mas que deixa o público na dúvida e curiosidade em saber se é ou não irmão dela.
A novela é livre para todas as idades.
Ela trata de assuntos culturais, pois as personagens principais trabalham com arte, principalmente a pintura, e o que há de mais berrante que o principal artista de uma exposição é um chimpanzé (Chico), é aí que falta a ética da personagem de Denis, pai do espeto, que vendem seus quadros como se fosse ele o pintor. Na novela há muitos valores religiosos, principalmente a religião católica, pois já aconteceram vários casamentos e sempre na mesma igreja católica e sempre com o mesmo padre. Há também racismo, por parte da família da personagem Laís que namora o Caco, que estão sempre querendo colocar o rapaz em maus lençóis, por ele ser de etnia africana a família acredita que ele é também ignorante e sem instrução. A novela também aborda o homossexualismo, só que de modo muito humorístico e sem exagero, pois o Cássio agora é HOMEM (será?).
As personagens têm características de pessoas urbanas; somente os que são da classe média se vestem com exuberância e mais glamour, como as personagens: Dafne, Judite, Simone e Tatiana (judia). Já a de classe baixa (pobre) e como trabalham em um bar se vestem humildemente de avental e pano na cabeça. O linguajar deles se destaca mais na família de Damião, pois são nordestinos, e há até um chavão dito por ele “Misericórdia”!
Como todo programa de televisão há o patrocinador e sempre nos intervalos há propaganda das lojas Marisa, e dentro da própria novela há propaganda de uma loja de investimentos financeiros. Os patrocinadores como forma de mostrar seus produtos estão encaixados sob medida no horário, pois quem não está endividado hoje em dia? Quem não precisa de uma saída para suas dívidas? E como o maior público da novela é de mulheres e adolescentes o comercial das lojas Marisa vai bem, isto é para quem tem. Quem não tem corre para as lojas FINIVEST (TUDO MUITO BEM BOLADO HEIM?)
Fazendo uma análise da novela, vejo como uma fonte de apelação de amores desencontrados, de famílias desestruturadas.
Vejo a novela como uma grande poluição audiovisual, pois uma personagem se veste de freira e apela várias vezes por misericórdia, um macaco que é melhor que um ser humano e vejo o retrato de um Brasil que se coloca a frente da televisão para se divertir e não saber o que está assistindo, só sabe que no outro dia vai saber discutir com a vizinha o capítulo terminado e como será o próximo.
Eu mudaria na novela o chimpanzé por um homem sem instrução, mas dotado de grandes dons artísticos e abordaria a deficiência Visual da Anita de outra forma, pois o enfoque no momento é somente o namoro, daria mais importância à vida profissional dela.
Como não sou autora e sim estudante de Artes Visuais, vou assistindo telenovelas, mas depois desse trabalho com um novo olhar: um olhar mais crítico do que estou assistindo e sabendo peneirar o que vai servir para meu crescimento intelectual e moral.
domingo, 23 de agosto de 2009
RECRIANDO IMAGENS TELEVISIVAS
Lourdes Eufrásia Torres da Silva
Nessa imagem eu fiz uma intervenção da personagem Maia da novela Caminho das Indias. São imagens vista de dois ângulos, uma é uma moça cheia de joias, glamour e muito rica, como a mídia mostra na televisão.
A outra imagem é opaca sem brilho ou glamour, seria a Maia dos pobres, ou seja dos "dalites", uma moça simples, do cotidiano da India.
Analisando a TV
Lourdes Eufrásia Torres da Silva
Quem não gosta no final de semana juntar toda a família e assistir a um bom programa de televisão principalmente as famílias que são de baixa renda e não tem carro e nem dinheiro para fazer um bom programa fora de casa, e por algumas horas viver de ficção e dar umas boas risadas com programas de humor.?!
Assistindo a ”Turma do Didi” da Rede Globo, pude perceber um enredo muito engraçado, pois ele é muito engraçado mesmo, abordando um tema de comédia livre com seus atores com nomes reais ou fictícios: Didi ( protagonista), jacaré( negro), sargento pincel (terceira idade), Dedé ( ex-integrante dos Trapalhões), tatá (nordestino) e Marcelo ( mocinho e cantor) ele aborda mais temas engraçados do cotidiano colocando em prática e contextualizando piadas contadas e já conhecidas. A turma do Didi vai além do aceitável, pois faz pegadinhas pesadas com seus companheiros e colegas, chegando muitas vezes a machucá-los de verdade, como já houve um depoimento de um deles em outro programa. Não vi nenhuma abordagem de tema principal, mas quando tem é sempre o Didi querendo namorar uma moça e sempre perde para outro colega. Não houve nada que me chamasse mais atenção que as caricaturas feitas pelo ator Didi, que sempre se dar bem no final das pegadinhas. Eles se vestem naturalmente sem nenhuma caracterização.
O programa é livre para todas as idades. Mas acho muito pesada para crianças pequenas, pois querendo ou não há piadas pesadas que as crianças não saibam discernir, do que é brincadeira ou verdade e se divertem sem saber do que se trata.
No tema cultural o que mais vi foi o Didi falando das comidas do nordeste, como comer rapadura. Não vi outros temas culturais sendo abordados no programa dele.
As personagens se vestem de maneira natural sem caracterização, somente o tatá que puxa muito pelo seu linguajar nordestino.
Como assisti ao programa hoje, o que vi foi o apelo de doações para a “Criança Esperança” que é destinada para a UNICEF, e dizem que essas doações em dinheiro são para ajudar crianças carentes e formá-las profissionalmente.
Nesse horário não vi propagandas publicitárias.
Fazendo uma análise do programa “A turma do Didi”, o que vejo é somente uma equipe de humoristas fazendo uns com as outras pegadinhas pesadas e que se fosse à realidade daria uma boa indenização por danos morais.
Eu mudaria no Programa do Didi as piadas, colocaria crianças para escrever o enredo, pois quem mais assiste são elas. Tiraria as mulheres bonitas e sedutoras e colocarias pessoas normais sem atrativos físicos, mas pensando bem não daria audiência, não é mesmo? Colocaria mais assuntos educativos, mas ai mudaria o perfil do programa e ninguém assistiria, não é mesmo? Pois as pessoas gostam de pessoas que sofrem no começo e se dão bem no final como é o caso do Didi.
Como não sou autora e sim estudante de Artes Visuais, vou assistindo programas humorísticos, mas depois desse trabalho vou olhar os programas que assisto por outro angulo: um olhar mais crítico, e sabendo peneirar o que vai servir para meu crescimento intelectual e moral.
Lourdes Eufrásia Torres da Silva
Quem não gosta no final de semana juntar toda a família e assistir a um bom programa de televisão principalmente as famílias que são de baixa renda e não tem carro e nem dinheiro para fazer um bom programa fora de casa, e por algumas horas viver de ficção e dar umas boas risadas com programas de humor.?!
Assistindo a ”Turma do Didi” da Rede Globo, pude perceber um enredo muito engraçado, pois ele é muito engraçado mesmo, abordando um tema de comédia livre com seus atores com nomes reais ou fictícios: Didi ( protagonista), jacaré( negro), sargento pincel (terceira idade), Dedé ( ex-integrante dos Trapalhões), tatá (nordestino) e Marcelo ( mocinho e cantor) ele aborda mais temas engraçados do cotidiano colocando em prática e contextualizando piadas contadas e já conhecidas. A turma do Didi vai além do aceitável, pois faz pegadinhas pesadas com seus companheiros e colegas, chegando muitas vezes a machucá-los de verdade, como já houve um depoimento de um deles em outro programa. Não vi nenhuma abordagem de tema principal, mas quando tem é sempre o Didi querendo namorar uma moça e sempre perde para outro colega. Não houve nada que me chamasse mais atenção que as caricaturas feitas pelo ator Didi, que sempre se dar bem no final das pegadinhas. Eles se vestem naturalmente sem nenhuma caracterização.
O programa é livre para todas as idades. Mas acho muito pesada para crianças pequenas, pois querendo ou não há piadas pesadas que as crianças não saibam discernir, do que é brincadeira ou verdade e se divertem sem saber do que se trata.
No tema cultural o que mais vi foi o Didi falando das comidas do nordeste, como comer rapadura. Não vi outros temas culturais sendo abordados no programa dele.
As personagens se vestem de maneira natural sem caracterização, somente o tatá que puxa muito pelo seu linguajar nordestino.
Como assisti ao programa hoje, o que vi foi o apelo de doações para a “Criança Esperança” que é destinada para a UNICEF, e dizem que essas doações em dinheiro são para ajudar crianças carentes e formá-las profissionalmente.
Nesse horário não vi propagandas publicitárias.
Fazendo uma análise do programa “A turma do Didi”, o que vejo é somente uma equipe de humoristas fazendo uns com as outras pegadinhas pesadas e que se fosse à realidade daria uma boa indenização por danos morais.
Eu mudaria no Programa do Didi as piadas, colocaria crianças para escrever o enredo, pois quem mais assiste são elas. Tiraria as mulheres bonitas e sedutoras e colocarias pessoas normais sem atrativos físicos, mas pensando bem não daria audiência, não é mesmo? Colocaria mais assuntos educativos, mas ai mudaria o perfil do programa e ninguém assistiria, não é mesmo? Pois as pessoas gostam de pessoas que sofrem no começo e se dão bem no final como é o caso do Didi.
Como não sou autora e sim estudante de Artes Visuais, vou assistindo programas humorísticos, mas depois desse trabalho vou olhar os programas que assisto por outro angulo: um olhar mais crítico, e sabendo peneirar o que vai servir para meu crescimento intelectual e moral.
O PODER DA MÍDIA
Lourdes Eufrásia Torres da Silva
Este trabalho tem a finalidade de resenhar o filme “O Quarto Poder” do diretor Gravas e o documentário “Muito Além do Cidadão Kane” do diretor Simon Artog, fazendo um paralelo entre o filme e o documentário.
Podemos analisar no filme assistido, que o seu tema se direcionou explicitamente para o título, sendo o poder da mídia a quarta potência dentro do sistema em que vivemos encenados por personagens que manipulam os menos favorecidos e por pessoas que se deixam massificar diante de uma televisão, simplesmente pelo poder dos meios de comunicação que procuram alcançar seus telespectadores com emoções e fatos que tocam problemas do seu cotidiano.
O personagem de Max Brackett: repórter em decadência que queria se promover dentro do telejornalismo com uma matéria de primeira mão, ao vivo mesmo que isso fosse contra seus ideais, fugisse da ética profissional.
Sam Baily: suposto seqüestrador ex-funcionário de um museu que após ser despedido ficou desesperado e com forte armamento tentou persuadir a diretora do museu para ter seu emprego de volta, seu grande erro foi ter ido armado, pois isto gerou uma grande confusão, além do mais em um lugar público.
Sra. Banck: Diretora do Museu que despediu Sam Baily, por ele ter chegado tarde ao seu turno de vigilância, a ética profissional da diretora seria levar o vigilante ao seu escritório e ter uma conversa amigável, ou até mesmo orientá-lo a procurar seus direitos e não ficar discutindo em público com o mesmo.
Laurie: Ajudante do repórter Max Brackett, em início de carreira cheia de sonhos e inexperiente na profissão, que só fazia o que o repórter mandava, que deixou de ser repórter e ajudou o vigilante quando foi baleado e foi mais humana e menos profissional diante dos acontecimentos.
Klevin: Repórter no auge de sua carreira que tentou por todos os meios se infiltrar na matéria jornalística de Max Brackett, faltando com a ética profissional subornando Laurie a ser sua ajudante.
O que houve neste filme foi uma grande manipulação da mídia, ou seja, do repórter Max Brackett, que ao chegar ao museu, para fazer uma simples reportagem, se deparou com Max Baily, desesperado para ter seu emprego de volta, então resolveu fazer desse ato um cenário de seqüestro e terrorismo, pois havia muitas crianças no museu. Como a mídia repercutiu tudo ao vivo, cada vez mais o repórter dava ênfase em um novo acontecimento social manipulado por ele, como exemplo: a falta de emprego no País, o racismo; e assim ele foi mexendo com a emoção dos telespectadores e de toda sociedade que parou para ver a farsa armada pela imprensa televisiva.
Como os canais de televisão têm suas filiais e por ser um problema social, foi de grande repercussão, pois cada cidadão tinha uma crítica e uma opinião formada sobre o assunto, que terminou com o suicídio de Sam Maily.
A mídia foi muito além do que devia, podemos contextualizar o filme como no caso “Isabelle”, quando todas as mídias estavam presentes quando foi feita a reconstituição de uma boneca caindo como se fosse a menina, aquilo chocou o mundo todo, e com isso eles conseguiram um grande ibope, até o momento que as pessoas deixaram de ter interesse pelo caso.
Achei a história muito bem tramada pelo autor, com alto poder de imaginação, pois conseguiu mostrar com apenas um caso de suposto seqüestro o que a mídia pode transformar, com apenas uma ação, levantar ou até mesmo destruir uma pessoa.
Gostei muito do final quando foram entrevistar Max, onde ele disse: “Vocês não entenderam nós o matamos” (nós a mídia).
Podemos citar e fazer comparação com o documentário “Muito Além do Cidadão Kane”, aonde a mídia e donos de emissoras têm apenas interesse próprios e que muitas pessoas na época do militarismo foram exiladas, e muitas ações censuradas, ou até mesmo manipuladas para parecerem censuradas, e a manobra política televisiva da Rede Globo, comparada com a emissora de televisão do personagem Max Brackett.
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